Scott Dixon garantiu a ‘pole-position’ para as 500 Milhas de Indianápolis ao ser o mais rápido na derradeira sessão de qualificação, que reuniu os ‘Fast 9’ da primeira sessão. No conjunto das suas quatro voltas o neozelandês da Chip Ganassi Racing obteve uma média de 232,174 mph, batendo o ‘especialista’ Ed Carpenter, que não conseguiu repetir o feito da véspera e se quedou pela segunda melhor média.
Dixon e Carpenter vão partilhar a primeira fila da grelha de partida com Alexander Rossi, que também não conseguiu rodar a uma média acima das 232 mph mas conseguiu relegar o melhor piloto da Andretti, Takuma Sato, para a segunda fila do ‘grid’, que o japonês vai dividir com Fernando Alonso e JR Hildebrand. Um feito assinável para o ex-Campeão do Mundo na primeira vez que participa numa qualificação para as Indy 500. O espanhol garantiu a quinta melhor média e uma das quatro acima das 231 mph.Algo que nem os pilotos da terceira fila da grelha nem Hildebrand conseguiram.
Resultado da qualificação
1º Scott Dixon (Honda) 232,174 mph
2º Ed Carpenter (Chevrolet) 231,664
3º Alexander Rossi (Honda) 231,487
4º Takuma Sato (Honda) 231,365
5º Fernando Alonso (Honda) 231,300
6º JR Hildebrand (Chevrolet) 230,889
7º Tony Kanaan (Honda) 230,828
8º Marco Andretti (Honda) 230,474
9º Will Power (Chevrolet) 230,200
(Tempo de corte)*
10º Ryan Hunter-Reay (Honda) 231,442
* (Qualificação fora dos ‘Fast 9’)










Não é minha intenção apoucar o feito do Alonso, de modo algum, apenas constatar, mais uma vez, quão fácil é a fórmula Indy, quando comparada com a F1. Desde Mansell, que chegou, viu e venceu (a Fórmula Indy, não especificamente a corrida Indy 500), que vejo os pilotos da F1 brilharam na Indy, mesmo aqueles que não se destacaram na F1. A corroborar as minhas palavras, estão Zanardi, Bourdais (rápidas melhoras!), Rossi (este nem tempo teve para mostrar o que valia na F1). Alonso, está na mesma classe de Mansell, Piquet e Fitipaldi, (campeões de F1 que rumaram aos States),… Ler mais »
O Alonso só fez o que fez, porque é dos melhores pilotos do mundo. A oval de indianápolis é das mais simples adaptação para um bom piloto de F1. Pior seriam ovais de 1 milha, em que praticamente não existem rectas. Em Indianápolis temos duas longas rectas e 4 curvas, a diferença está no banking e correrem lado a lado em curva.
Se a Indy 500 fosse uma corrida lógica, o Alonso papava-os todos facilmente, dado que é de uma classe aparte e isso vê-se nos treinos livres, quando ele puxa pelo carro. Está a aprender e muito rápido. Agora os imponderáveis desta longa corrida é que são sempre muitos. Atenção às medias deste ano, das mais elevadas de sempre. Finalmente estes carros começam a “voar” Great!
Toda a sorte para o Alonso no Domingo.