Sebastian Vettel disse que a sua ultrapassagem a Daniel Ricciardo no Grande Prémio da china foi mais do que satisfatória, porque não teve de recorrer ao DRS. Os dois pilotos trocaram de posições à 22ª volta, quando o alemão da Ferrari conseguiu passar o Red Bull do australiano pela parte de fora da curva seis do Circuito Internacional de Xangai, apesar de um ligeiro contacto entre as rodas dos dois monolugares.
Vettel considera que a corrida chinesa foi “tensa” mas com momentos que gosta de recordar, como aquele em que passou Ricciardo: “Gosto desta forma de ultrapassar, quando se ganha posição isso tem um preço e não apenas pelo recurso ao DRS”. A manobra começou a desenhar-se quando o alemão percebeu que o australiano bloqueou as rodas na parte interior da curva. “E disse para mim, ok, tens de tentar ir pela parte de fora. Travei muito tarde e forte. Felizmente as rodas não bloquearam. Vi-o no retrovisor, de outra forma teria aberto a trajetória para evitar um contacto. Depois na saída da curva comprometi um pouco, havia um pouco de sujidade, patinei um pouco as rodas, mas depois consegui ‘abrir um pouco os ombos’. Sim, porque ele apertou-me, mas foi divertido e para a curva seguinte tinha o interior”, contou Vettel.









As ultrapassagens deste GP da China atenuaram os meus receios de que fosse impossível ultrapassar com os novos carros. Afinal houve várias ultrapassagens espectaculares – e as melhores foram sem DRS. Esta época pode vir a ser uma das mais interessantes de sempre.
Como dizem os brasileiros foi uma ultrapassagem “no braço”.
Cumps.
Felizmente ainda existe pilotos que não ficam a espera da zona de DRS para tentar ultrapassar alguém.
Puro ressabiamento em relação a Ricciardo pelo australiano o ter batido, inapelavelmente, quando foram companheiros de equipa em 2014. Fica-lhe mal… Cumprimentos