Depois de um ano de transição, a Renault surge este ano com um objetivo ambicioso e ponta para o quinto lugar do Mundial de Construtores. O novo monolugar e toda a estrutura que se divide entre Enstone e Viry-Chatillon está agora bem melhor integrada e desta feita houve tempo e por isso não há desculpas para eventuais maus resultados, mas como se pode perceber, os primeiros tempos vão ser complicados, pois apesar da Renault ter uma estrutura imensa, para já ainda só tem ‘arcaboiço’ para lutar com a Force India, parecendo estar abaixo do que estão a fazer a Haas-Ferrari, Williams–Mercedes e Toro Rosso-Renault. Os responsáveis da Renault já tinham avisado que ia levar algum tempo até que o potencial do novo motor pudesse ser despoletado em todo o seu esplendor, mas começar o ano atrás da Toro Rosso, equipa a quem fornecem motores, é obra: “Foi uma primeira qualificação sólida; estamos muito próximos da terceira qualificação. É difícil prever a corrida porque o meio está todo muito próximo. Chegar aos pontos é o objetivo”, disse Nico Hulkenberg. A verdade é que Jolyon Palmer também não ajudou nada: “Hoje não correu nada como planeado. Não tive nenhuma aderência nos pneus, fruto da má afinação, e tive problemas de travões. Temos de perceber o que correu mal. O monolugar ontem, respondeu muito melhor com os pneus macios e com muito mais combustível, pelo que algo não está bem. Veremos o que acontece na corrida”, disse.
Rodrigo Fernandes



























