A McLaren não nega rumores que dão conta da possibilidade dos homens de Woking se estarem a preparar para deixar a Honda o mais rapidamente possível.
Neste momento a dúvida reside apenas em saber se a McLaren-Honda começa o ano mais rápida ou lenta que a Sauber, e mesmo não se sabendo o que vale o chassis da McLaren, todos apontam a Honda como a única ‘culpada’ do descalabro. Em Inglaterra já se diz que foi o próprio Mansour Ojjeh, grande acionista da McLaren que contactou diretamente os homens fortes da Daimler. De Espanha, o jornal El Confidencial cita fontes que alegam não ser a Mercedes a única hipótese. De qualquer forma, e como já referirmos hoje, esta parceria da McLaren com a Honda não se limita ao fornecimento de motores, pois engloba também uma enorme soma de patrocínio e isso significaria que esse desapareceria de imediato, desconhecendo-se que efeito pode isso ter numa eventual decisão dos ingleses. O novo Diretor Executivo da McLaren, Zak Brown já veio a público dizer que “vamos honrar o nosso acordo, tal como a McLaren faz sempre” mas alguma imprensa assegura que as conversações ao mais alto nível da McLaren com a Mercedes tiveram mesmo lugar. A única resposta ‘oficial’ duma fonte da McLaren foi apenas politicamente correta: “Estamos a trabalhar com a Honda para resolver os problemas e deficiências, juntos, estamos a considerar as opções, mas não vamos comentar especulações dos media.”













Está bonito, está! Parece uma casa a arder!
Estarei a ver dedo da BMW?
A BMW têm uma longa duração com a McLaren. O carro mais rápido do mundo durante alguns anos (McLaren F1) tinha um motor BMW. E mais recentemente estão a fazer um novo super desportivo (McLaren BMW). A McLaren já fez um super desportivo em conjunto com a Mercedes, quando tinham parceria na F1. Porque fazer um super desportivo com a BMW e não com a Honda? É curioso.
A Mclaren para voltar aos pódios rapidamente, deverá optar pelos motores Mercedes já para 2018. Acredito que iriam ascender à quarta força do grid. O que até não é mau, olhando para os lugares onde andaram estes anos. Voltando aos pontos, lentamente a Mclaren poderá recuperar patrocínios que foi perdendo com a falta de competitividade.
Penso que a crise da McLaren não se resolve com uma simples mudança de motor. É muito mais profunda do que isso e já vem de antes do contrato com a Honda. Em 2014 a McLaren tinha motores Mercedes e o seu desempenho foi medíocre, mas é preciso ir ainda mais atrás: desde o GP do Brasil de 2012 que não consegue ganhar uma corrida. Como se muda isto? Não sei. A McLaren não é só a F1 e os problemas devem ter que ver com todo o grupo, não apenas com a equipa. O que me parece é haver… Ler mais »