A equipa francesa DA Racing confirmou a inscrição no Mundial de Ralicross 2017 com Jean-Baptiste Dubourg e Gregoire Demoustier aos comandos de dois Peugeot 208 WRX ex-oficiais.
Jean-Baptiste Dubourg está familiarizado com o Campeonato, tendo conseguido um pódio na prova francesa de Lohéac em 2015. Desde então, conquistou dois títulos no Troféu Andros em 2016 e 2017: “É muito emocionante saber que vou poder competir numa temporada integral do World RX. Ter a oportunidade de correr não só com os melhores pilotos de Ralicross da atualidade, mas também com alguns dos melhores pilotos do automobilismo em geral dos últimos anos é um sonho de infância que se torna agora realidade. A confirmação deste programa é um novo passo no ambicioso projeto do Team DA Racing-Eurodatacar, que teve início em 2012. Terei o prazer de conduzir um 208 WRX que tem sido desenvolvido nas oficinas da Peugeot Sport nos últimos anos, cuja fiabilidade e performance são inquestionáveis. Vou tirar proveito dos testes de pré-temporada para continuar a fase de aprendizagem, temos de aproveitar todas as oportunidades deste ano.”
Com apenas 26 anos de idade, Gregoire Demoustier tem construído uma carreira internacional no automobilismo, predominantemente nas corridas de circuito ao competir no Mundial FIA GT, Blancpain Endurance Series e no WTCC. Para 2017, além de um programa de 16 provas nos Campeonatos Europeu e Francês de GT4 e no TCR International Series, Demoustier compromete-se agora a estar presente num mínimo de cinco provas do World RX, com Montalegre, Barcelona, Bélgica, Canadá e África do Sul no programa inicial: “Era impossível resistir à atração do Ralicross. Acompanhava as provas em direto na TV, as partidas são impressionantes e as corridas muito físicas, o que me lembra a minha experiência do Troféu Andros. O World RX vai ser um mundo novo para mim, vou ter de descobrir tudo desde o zero. O formato das corridas com as qualificações, o sistema de eliminação para as meias-finais e claro, a Joker-Lap, que é totalmente diferente do que estou habituado, mas que considero ser um formato muito interessante. O Troféu Andros permitiu-me aprender a entender as mudanças nos níveis de aderência e isso será um bónus na ajuda à familiarização com os pisos de terra no Ralicross, que é algo totalmente novo para mim.”
Duarte Mesquita









