O Nacional de Ralis tem este ano uma interessante novidade em termos de calendário, já que regressa o Rali de Portugal, mas com uma nuance interessante, é que das três principais provas, os Açores, Madeira e Rali de Portugal, os pilotos têm que escolher duas para pontuar para o campeonato: “Acho que foi uma das boas decisões que se tomou. O Rali de Portugal nunca devia ter saído do campeonato nacional. Acho que não faz sentido não fazer parte, além de que dá um retorno e visibilidade aos nossos patrocinadores incomparável”, disse José Pedro Fontes. De resto, há outro pormenor curioso, pois os pilotos que optarem pelo Rali Vinho Madeira, vão ter um CNR com cinco provas de asfalto e três de terra, e só os que optarem pelos Açores e Rali de Portugal, terão um CNR bem dividido entre terra e asfalto.
Contudo, há quem não ache que a ordem de provas do campeonato seja a melhor: “O figurino do CNR 2017 é atípico, sendo estranho poder atingir-se o título com cinco participações em provas de asfalto e apenas em duas de terra. Um campeonato misto, deveria ter todas as provas de terra seguidas, e as de asfalto também, em vez de serem realizadas de forma intercalada”, disse Augusto Ramiro, responsável pela ARC Sport.










