Está lançado o debate sobre um novo conceito de suspensões pré-carregadas na Fórmula 1, que coloca algumas dúvidas sobre a sua legalidade.
A pedido da Ferrari a FIA vai apreciar um sistema que dispõe de dispositivos que ajudam a performance aerodinâmica dos monolugares.
Numa carta enviada por Simone Testa, projetista chefe da Ferrari, ao Diretor de Corrida da F1, Charlie Whiting, sugere que o sistema poderá replicar o FRIC – que conectava a dianteira e traseira lançado pela Mercedes sem uma ligação física, e que acabou por ser banido.
Segundo Simone Testa o conceito irá para além de apenas manter a estabilidade do carro e atuará como um otimizador em termos de altura ao solo e aerodinâmica.
“O sistema é de tal modo que isola o conjunto de braços, molas e amortecedores de qualquer perturbação da pista mas tem efeito na altura ao solo e na performance aerodinâmica mais do que se supõe, a um nível que pode justificar um peso adicional e um design complexo”, afirma o projetista da Ferrari.













Boas
Um texto deste com uma imagem destas torna-se mais que esclarecedor ou mais precisamente não adianta nada.
Lá diz o dita um burro a olhar para um castelo
Lá a Ferrari no seu registo habitual.
Como não têm testa para serem criativos e inovarem são comidos, e depois fazem as queixinhas do costume à FIA, que até historicamente lhes tem aparado o jogo.
Sejam criativos e inovadores por uma vez e deixem-se de choradinhos. Este tem sido o problema da scuderia ao longo dos anos. O dinheiro não é tudo e o talento às vezes não se compra.
Já deviam ter esclarecido este assunto há mais tempo, exactamente para todas as equipas trabalharem em ideias alternativas (porque só as grandes é que têm o luxo de ter 3 ideias diferentes em carteira caso a primeira seja rejeitada). Assim há tempo para desenvolver outros sistemas e testá-los como deve ser nos dias para o efeito.