A Mercedes temeu pelo pior no último GP do México, com medo de que Lewis Hamilton fosse obrigado a desistir da prova depois de ter falhado a travagem para a curva 1 logo no arranque da corrida. Hamilton queixou-se depois de vibrações no pneu, com a sua equipa a revelar agora que poderia ter optado por trazê-lo às boxes quando o safety-car entrou em pista, mas que preferiu não fazê-lo para dar ao britânico uma maior hipótese de vencer a corrida, mesmo correndo o risco do seu piloto abandonar a corrida.
“Com todo o azar que o Lewis tem sofrido ao longo da temporada, ele conseguiu recuperar alguma sorte de volta, porque ele realmente deu cabo do pneu”, referiu Toto Wolff. “A vibração foi assustadora ao início. Tivemos uma conversa com ele no rádio sobre se ele deveria ou não parar nas boxes por razões de segurança. Em qualquer outra prova ele teria parado e perdido a corrida. Mas mantivemo-lo de modo a não destruir por completo as suas hipóteses de vencer o campeonato. Em cada volta, em cada recta da meta, nós monitorizámos as vibrações”, avançou o diretor desportivo da Mercedes.
Wolff acrescentou: “A nossa equipa fez um trabalho fantástico em manter tudo sob controlo e depois quando o mandámos parar um pouco mais cedo, uma vez que a vibração estava cada vez maior e uma falha na suspensão poderia ter ocorrido facilmente”.











