Era o desfecho mais natural, e apesar de ainda não haver uma confirmação oficial, Valtteri Bottas vai mesmo continuar na Williams pelo menos mais uma temporada. Tendo em conta a indecisão da equipa, o piloto finlandês chegou a cogitar ir para a Renault, mas o finlandês já terá renovado o contrato. Assim sendo, a Williams, sem ser oficial, é mais uma equipa com dois pilotos ‘confirmados’, Bottas e Lance Stroll, campeão Europeu de F3. Depois de três anos com os mesmos pilotos, Felipe Massa e Valtteri Bottas, os homens de Grove rumam a nova era no seio da equipa, que ainda está na luta com a Force India pelo quarto posto dos Construtores.
Este é o desfecho mais lógico, pois não só Bottas tinha muito pouco a ganhar em mudar de equipa – não havia melhor disponível do que a Williams – mas também porque com a entrada de Lance Stroll, é bem provável que o endinheirado pai Lawrence não permita que nada falte, e por consequência ao seu filho, para se adaptar bem à F1. Chegou a pensar-se que Lawrence Stroll não quisesse um piloto tão forte quanto Bottas ao lado do seu filho estreante, mas a verdade é que é bem mais o que Stroll tem a ganhar, do que a perder. Com Bottas ao lado, existe um grande piloto para desenvolver o carro e quanto melhor este for, melhores hipóteses terá Stroll de começar bem o seu crescimento. Ninguém vai olhar para as diferenças entre Stroll e Bottas, e como se sabe o canadiano entra na F1 com muitos milhares de quilómetros feitos em pistas por onde passa o Mundial de F1, já que o seu pai está a pagar-lhe os testes. Assim sendo, Lance Stroll vai estrear-se na F1 com um andamento que nenhum rookie teve até ao momento.










