O piloto da Mercedes Robert Wickens afirmou em Budapeste que “a BMW utilizou a política do campeonato” a seu favor no início da temporada.
Depois de afirmar que o seu carro não era competitivo o suficiente, o peso base do M4 foi reduzido em 7,5 kg e a asa traseira alargada em 5 cm no início do ano. E Wickens, que chegou a liderar o campeonato e é atualmente terceiro na tabela classificativa, como melhor piloto da Mercedes, acredita que estas duas alterações deram à marca bávara uma vantagem desleal:
“Sinto que a vantagem que foi atribuída à BMW no início do ano é demasiado grande, esta é a minha opinião pessoal. Penso que deveriam ter tido uma ou a outra melhoria – o facto de terem a vantagem no peso e a asa traseira não é razoável, e penso que a BMW se aproveitou da política do campeonato em seu benefício. Penso que eles provavelmente sabiam no início do ano que não necessitavam de ambos, mas continuaram a pedir por ambos e isso é um pouco ridículo. Dizem que têm este carro que não é competitivo e que não vão ser fortes e agora têm o melhor carro da grelha”, disse o alemão, que não poupou nas críticas.
“O Mercedes tem 1135 kg comparado com a BMW, que tem 1117 kg, e a Audi com 1110 kg. É de loucos! Ainda antes de iniciarmos a nossa volta estamos já cinco décimos de segundo mais lentos do que a Audi apenas no peso este fim-de-semana”.









