Lewis Hamilton terminou no pódio o GP da Bélgica depois de arrancar da 21ª posição, mas quando a sua corrida é analisada em pormenor, percebe-se que o inglês teve muita sorte pelo meio. Logicamente, o incidente da primeira curva valeu-lhe as recuperação de algumas posições mais rapidamente do que seria expectável e quando a corrida foi interrompida fruto do acidente de Kevin Magnussen, Fernando Alonso, que partira de 22º era quarto e Hamilton, que arrancara de 21º, quinto. E como lá chegou? Passou Marcus Ericsson que arrancou do pitlane, foi passado por Alonso no arranque e chegou em último ao incidente da primeira curva. Aí passou Vettel, Raikkonen. depois beneficiou do incidente de Wehrlein e Button (passou para 17º). Verstappen e Nasr foram às boxes, e sem ultrapassar um carro já era 15º no final da primeira volta. Pouco depois apanhou um susto com a explosão do pneu do Toro Rosso de Carlos Sainz (14º) passou Kvyat e depois Massa que foi às boxes (12º). Pouco depois foi a vez de Ocon, na quarta volta (11º) e quanto tentava passar Alonso, o safety car foi despoletado. ‘Passou’ Magnussen e com o safety car em pista, Perez, Grosjean e Palmer, que foram às boxes na sexta volta (7º), seguindo-se Bottas e Gutierrez na volta sete. Depois veio a bandeira vermelha. Nesta altura os únicos dois pilotos que passou em pista foram Kvyat e Ocon.
Na segunda parte, após a bandeira vermelha, passou Alonso (4º) e depois demorou sete voltas a passar Hulkenberg (3º). Foi às boxes mudar de pneus, regressou à pista em 4º e teve que passar Hulkenberg novamente… Perdeu 10 pontos para Rosberg, ficou com nove de avanço no campeonato, faltam oito corridas. Das 55 posições de penalização que recebeu na grelha só cumpriu um máximo de 21, dependendo do que fizesse, se tivesse feito uma qualificação ‘normal’. Com a qualificação que fez, foi tudo de ‘borla’..








