Têm sido vários, por via das circunstâncias de estarem sempre muito perto em pista nos momentos mais ‘quentes’ das corridas, e hoje em Spa não foi exceção. Novos encontros imediatos do 3º grau entre Kimi Raikkonen e Max Verstappen, que continua com a sua imagem de marca, uma pilotagem muito agressiva. Max Verstappen foi criticado por Raikkonen no final da corrida por ter alegadamente defendido de forma incorreta a sua posição durante o GP da Hungria e agora novamente na Bélgica. Depois do toque em La Source, a gota de água foi quando Raikkonen se preparava para o passar em Kemmel e o holandês se colocou à sua frente no último momento, quando ambos rodavam a grande velocidade. Raikkonen teve que travar, e o acidente poderia ter sido feio. Lembram-se de Mark Webber em Valência?
“Estou sempre pronto para boas lutas e disputas leais, mas quando tenho que travar em Kemmel para não lhe bater, porque ele muda de direção depois de eu já lá estar, não é correto. Tivemos sorte de não ter um grande acidente. Ter que travar aquela velocidade não aconteceria com qualquer outro piloto. Se não tenho travado tinha-lhe batido com o acelerador a fundo. Não é correto, mas parece não importar…” disse Kimi Raikkonen. Na verdade, Verstappen só mudou de direção uma vez, e isso pode tê-lo salvo de uma penalização, mas é verdade que um movimento daqueles esteve muito perto de acabar muito mal.
Max Verstappen comentou a situação, falando primeiro do que se passou na primeira curva, onde foi apertado pelos dois Ferrari depois de ter partido mal e metido por dentro numa nesga de pista em La Source. Vettel tentava passar por fora, apertou Raikkonen e os três sofreram com o incidente. Mais tarde, Verstappen tapou Raikkonen em Kemmel, antes da travagem, e depois justificou-o: “É ridículo, mas fica sempre bem na TV alguém a queixar-se. Especialmente depois de me apertarem na curva 1, não iria ceder a minha posição com tanta facilidade. Estava só a defender a minha posição e se alguém não gostou problema é seu…”









