Na especial em que se aposta tudo, Sébastien Ogier levou a melhor. O francês foi o mais rápido ao longo dos 40,8 quilómetros da classificativa mais longa do Rali da Alemanha e deixou toda a gente longe. Dani Sordo foi quem mais se aproximou e mesmo assim perdeu 10,5 segundos. A diferença para a concorrência deu-lhe a oportunidade de assumir o comando da prova pela terceira vez. E agora, com 13,2 segundos de vantagem sobre o segundo classificado, Andreas Mikkelsen, tudo indica que poderá começar a gerir o andamento.
É verdade que ainda falta nova passagem pelo longo troço desenhado nos campos militares, mas para já a vantagem está do lado do campeão do mundo.
Quando grande parte das equipas pensava que iria chover e, como tal, a escolha dos pneus macios seria a mais acertada, o troço apresentou-se “98 por cento seco”, conta Mads Ostberg. Ogier levou uma mistura, tal como Mikkelsen. Mas o mal menor foi apenas para o francês que ganhou 13,5 segundos ao anterior líder.
Na luta pelo terceiro posto, Thierry Neuville protagonizou um esforço tremendo com bons resultados para as suas pretensões. O belga ficou sem direcção assistida no Hyundai a quatro quilómetros do final. “O carro fica inguiável. Temos sorte por estarmos aqui”, disse. Mas não só chegou como perdeu apenas 1,2 segundos para Sordo e conseguiu, deste modo, segurar o terceiro posto com 1,6s de vantagem sobre o espanhol.
Entretanto, a especial foi cancelada devido ao acidente de Stéphane Lefebvre. O francês perdeu o controlo do Citroën DS3 WRC e tudo indica que está fora de prova, pelo menos por hoje. Informações provenientes do terreno indicam que o carro ficou a bloquear a estrada e que foram accionados os meios para que o co-piloto seja retirado do mesmo.












