Os derradeiros minutos da 84ª edição das 24 Horas de Le Mans fora cruéis demais para ser verdade. Pela primeira vez em 30 anos e 18 participações, a Toyota iria vencer a mítica prova francesa. Mas eis que um problema no Toyota nº5 conduzido por Kazuki Nakajima deitou o sonho por terra, dando à Porsche um triunfo que aparentemente tinha já sido completamente descartado.
“Foi algo que ninguém podia imaginar”, confidenciou Hugues de Chaunac. Os sonhos podem se tornar em pesadelos a algumas horas da chegada, ou mesmo a 45 minutos do fim. Mas na última volta, mesmo à nossa frente, é a crueldade total. Não conseguimos compreende-lo nem entender o que acaba de se passar”.
O braço armado da Toyota Gazoo Racing no seu regresso à Endurance, o presidente do Grupo Oreca considerou que o sucesso esperado tinha finalmente chegado: “De repente o carro sofreu uma perda de potência, e parou a três minutos do fim, quando de manhã ainda tínhamos dois carros e, portanto, um joker. Perder a corrida desta forma é insuportável. Vimos que havia um problema, mas ninguém quis acreditar no que estava a acontecer. Pensávamos que era impossível. Sinto-me inconsolável”.
Hugues de Chaunac acrescentou: “Esta corrida é difícil de vencer. Mesmo o grande patrão da Porsche veio dizer-nos que merecíamos o triunfo. Mais uma vez a Toyota não ganhou…”









