Quando confrontámos Martin Prokop durante o Rali de Portugal para o facto da FIA estar a pensar criar uma competição para privados no WRC, numa altura em que com o nascimento dos novos carros, há logicamente equipas privadas que não vão poder acompanhar essa evolução, logo o checo disse que muito provavelmente não iria manter-se na competição porque a FIA sempre tratou mal os privados, a todos os níveis, e por isso não fazia sentido apostar no WRC, quando a federação tudo faz para tirar destaque a estas equipas que também são importantes. Não ganham nada, mas ajudam ao espetáculo.
Tudo piorou agora na Sardenha quando o piloto se viu penalizado em cinco minutos logo antes do arranque da prova em virtude dos comissários técnicos terem verificado que o selo do diferencial traseiro tinha sido rompido durante as reparações efetuadas entre o México e o último Rali de Portugal: “Sardenha é o meu rali favorito do ano, mas desde o início que tivemos dificuldades com a penalização que nos foi atribuída. Vou deixar o campeonato por agora. Não estou contente com esta situação e não sei quando estarei de regresso ou se regressarei”, referiu Prokop que se manifestou ‘abandonado’ pela FIA, afirmando categoricamente que não queria estar associado ao que a modalidade planeia para o futuro.










