Se não fosse a desastrosa paragem de Daniel Ricciardo ou a cedência de Nico Rosberg ao seu companheiro de equipa Lewis Hamilton, deixando-o passar, talvez a Red Bull tivesse derrotado a Mercedes no Mónaco e agora, antes do fim de semana do Canadá, Rosberg fala da aproximação da equipa de Milton Keynes, e também do facto de não ter lamentos a fazer devido ao facto de ter deixado Hamilton passar. Questionado sobre o que se passou com o seu carro no Mónaco, foi célere a responder, mas não disse tudo: “Não foi um problema grande, mas sim várias pequenas coisas. Uma coisa levou à outra e o Mónaco é das pistas mais penalizantes para se ter problemas. Tudo junto resultou numa corrida complicada e um resultado abaixo do esperado”, disse Rosberg, que não explicou que a razão dos seus problemas tiveram início no facto de se ter esquecido de aquecer os travões aquando do safety car, e isso fez com que estes não funcionassem da forma pretendida quando a corrida se reiniciou, o que levou à ‘tal’ falta de confiança que refere, pois no Mónaco os rails estão logo ali.
Quanto ao facto de ter deixado passar Hamilton, Rosberg admite que foi o correto a fazer embora tenha sido difícil de aceitar em termos emocionais, naturalmente, quando se luta por títulos a este nível: “não pensei duas vezes nem tenho arrependimentos, nem sequer pensando que o campeonato se pode tornar mais equilibrado. Era o correto a fazer pela equipa. Não são só os pilotos a equipa também luta pelo campeonato e com isso contribui para o triunfo da equipa no Mónaco. Foi o correto, embora na altura não soubesse se ele era mais rápido ou não…” disse Nico Rosberg, que também falou da Red Bull, e do seu ‘calor’: “´Já estamos a sentir a sua pressão, foram muito fortes no Mónaco e estão a chegar-se a nós muito depressa. Mas o Mónaco foi uma pista específica, pois se olharmos para Espanha a margem era maior. Mas penso que é bom para o desporto poder haver boas batalhas com outras equipas”, concluiu.











