A atravessar uma grave crise financeira, mesmo que Monisha Kaltenborn tenha descrito o atraso nos pagamentos do mês passado como “uma vez sem efeito”, a Sauber começa a sentir-se cada vez mais ‘sufocada’ na luta pela sua sobrevivência na Fórmula 1.
A responsável pela equipa suíça acredita que o facto de tantas equipas estarem a sofrer financeiramente deriva da forma como a modalidade é gerida, admitindo também que, em conjunto com a Force India e a Manor, foi obrigada a pedir um adiantamento do dinheiro que normalmente receberiam no final deste ano.
“Não comentamos as nossas finanças, e iremos manter esta postura, mas sobre o atraso nos pagamentos, direi apenas que foi um atraso, obviamente reprovável da nossa parte. Foi apenas um conjunto de circunstâncias infelizes que se juntaram ao mesmo tempo. Não deverá acontecer novamente”, referiu, antes de acrescentar que as complicações sentidas pelas equipas mais pequenas não têm “nada a ver” com o produto:
“São razões comerciais. Algumas são o resultado dos regulamentos técnicos que temos neste momento. Não é fácil explicar às pessoas o tipo de receita que o desporto gera – e tem crescido ano após ano se olhares para os números – e o facto de tantas equipas passarem por dificuldades, isso significa que há algo de fundamentalmente errado com o desporto”.










