Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho começaram a 8ª edição do África Eco Race com um quarto lugar entre os camiões, 12º na classificação conjunta (autos e camiões).
Numa etapa que ligou Nador a Jorf El Hamam os concorrentes dos autos e camiões tiveram pela frente 46 km ao cronómetro, metade do previsto, e as motos nem arrancaram – fruto dos atrasos na chegada do barco a Nador. A tripla lusa do MAN cumpriu o percurso em 44m06s, ficando a 6m41s do primeiro lugar da geral, Yuriy Sazonov, e a 2m11s do primeiro camião, o Kamaz de Sergey Kuprianov.
Para Elisabete Jacinto esta especial foi um bom arranque: “Apesar de ter exigido muito de nós, porque era necessário ter muita técnica e perícia na condução e a navegação também era difícil, a etapa correu bem. Hoje só fizemos metade da especial porque houve um grande atraso na chegada a Nador e por motivos de segurança a organização decidiu anular a etapa para as motas e apenas carros e camiões cumpriram o percurso. Fizemos toda a especial sempre no caminho certo e não nos perdemos uma única vez. Neste momento, ainda me estou a adaptar às alterações que fizemos recentemente ao camião e ainda sinto algumas dificuldades na condução. Sei que daqui para a frente vou conseguir evoluir e amanhã vamos dar o nosso melhor para alcançar bons resultados e cumprir o objetivo de terminar no pódio”, comentou Elisabete Jacinto.
Amanhã disputa-se a segunda etapa do África Eco Race 2016 que vai ligar Jorf El Hamam a Tangounite. Ao todo são 313 quilómetros cronometrados, num percurso maioritariamente composto por areia e trilhos de pedra.











