Oriol Servià faz parte do leque de pilotos pioneiros da Fórmula E. O espanhol não hesitou o convite da Dragon Racing para se aventurar nesta nova modalidade, e mostra-se satisfeito com a opção.
Aos 40 anos explica que “na realidade, isto tem sido uma grande aprendizagem para mim. É uma aprendizagem constante desde o primeiro treino que fizemos em Donington Park até esta última corrida. A cada prova, vamos aprendendo cada vez mais, e quando achamos que já estamos a perceber tudo, deparamo-nos que não”.
“Acho que a troca de monolugares é o momento mais engraçado, especialmente para o público e para a televisão, mas é também algo curioso para os pilotos, porque estamos num monolugar durante 30 minutos, que está muito quente. Depois mudamos para outro monolugar que está frio, e precisamos de nos acostumarmos de novo”.
Para o próximo ano “gostaria muito de fazer as 500 Milhas de Indianápolis. É uma corrida de que gosto muito. É uma prova que quero mesmo ganhar e o calendário aqui [Fórmula E] permite-me fazer as 500 Milhas”, explicando que ainda não tem nada confirmado.










