O GP da Bélgica viu pela primeira vez as novas unidades motrizes a rodarem ao nível das antigas V8, com a melhor volta na prova belga a ser 0,200s mais rápida do que a do ano passado – 1m50,511s de Nico Rosberg (2014) contra 1m50,756s de Sebastian Vettel (2013). De acordo com a revista alemã ‘Auto Motor und Sport’, tal deveu-se ao menor papel da aerodinâmica em Spa-Francorchamps, sendo que consequentemente as unidades motrizes V6 turbo puderam mostrar a sua potência atingindo em média mais 20 km/h de velocidade de ponta nas maiores retas do traçado. Além disso, o défice em curva verificado este ano foi compensado pela Pirelli, que elegeu os pneus macios e médios ao invés dos médios e duros do ano passado.









