O Qatar está cada vez mais perto de assegurar um lugar no calendário da fórmula 1, revelou à Agência France Presse o Presidente da federação local, Nasser bin Khalifa al-Attiyah, que também é Vice-Presidente da FIA: “Estamos perto de assinar contratos, completámos todos os passos necessários e só faltam alguns detalhes para que os contratos sejam assinados”.
A Fórmula 1 deverá mesmo rumar ao Qatar, mas a corrida tanto se pode realizar no Circuito de Losail, que já recebe, por exemplo o MotoGP como ser construído um circuito citadino. Dinheiro não falta! O país árabe quer desta forma tornar-se o terceiro do Médio Oriente a acolher a categoria-rainha, e depois de terem assegurado o Mundial de futebol de 2022. E ainda há a possibilidade de se candidatarem aos Jogos Olímpicos.
O Bahrein chegou a tentar impedir o Qatar de receber a F1, pois isso está estipulado no seu contrato com Bernie Ecclestone, mas o assunto deverá estar ultrapassado: “quando fomos para o Bahrein, fiz um negócio com eles. Disseram-me que como seriam algo novo na zona, lhes daria uma garantia de não realizar outra corrida no Golfo, e eu concordei”. Depois de Abu Dhabi ter sido aprovado pelos homens do Bahrein, o Qatar não conheceu inicialmente o mesmo destino: “Agora esta corrida foi proposta, juntei-os e perguntei se podiam resolver o assunto entre eles. Na altura não conseguiram fazê-lo”. ao que parece, tudo está agora resolvido.
Caso se confirme, ou Ecclestone continua a aumentar o calendário ou por outro lado sai mais uma prova europeia, prosseguindo desta forma a ‘transferência’ da modalidade do seu berço, a Europa para onde está o dinheiro, o Médio Oriente, numa transição inevitavelmente dolorosa para a modalidade.








