A recém-formada ACOR, Associação dos Clubes Organizadores de Ralis, foi uma das entidades mais importantes nas alterações regulamentares introduzidas para 2013. A ACOR reúne oito dos nove clubes organizadores do CPR e do Open – a exceção é o Clube Automóvel de Amarante – e há já alguns anos mantinha reuniões informais para debater o estado de crise nos ralis nacionais. Alguns dos seus membros integraram Comissões de Ralis da FPAK, mas os clubes sentiram necessidade de se juntarem numa única entidade, para assim terem uma intervenção mais eficaz e concertada.
A criação da Taça de Portugal de Ralis em 2011 foi uma das medidas originadas nessas reuniões dos membros da ACOR, mas quando a associção foi formalizada, em Novembro do ano passado, as propostas passaram a ser mais incisivas. A famosa junção do CPR e do Open de Ralis, e o sistema de pontuação que priveligia as cinco provas ‘continentais’ foram medidas inicialmente propostas pela ACOR. Só que, neste último caso, a FPAK ainda criou uma pontuação-extra que deixa ao critério dos pilotos pontuarem numa das três provas internacionais FIA: Rali de Portugal, SATA Açores e Vinho Madeira. Na ‘gaveta’ da FPAK ficaram outras propostas da ACOR, como o uso obrigatório de gasolina comercial ou a abertura do CPR a todo o tipo de veículos, incluindo Clássicos.











