A vontade de Max Mosley em reduzir drasticamente os custos de competir na Fórmula 1, que passavam por medidas draconianas visando o desenvolvimento aerodinâmico dos chassis, foi contrariada na passada sexta-feira numa reunião da FIA com as 11 equipas participantes no Campeonato do Mundo de Fórmula 1, mesmo se no final da mesma os poucos que se dispuseram a falar do que lá dentro se passara preferiram afirmar ter-se tratado de um diálogo muito construtivo.
Recorde-se que o presidente da FIA queria restringir de forma brutal a utilização dos túneis de vento, dos sistemas CFD de simulação aerodinâmica e outros, mas para que essas regras entrassem em vigor já este ano era necessário o apoio unânime de todas das equipas, pois terminou no passado dia 31 de Outubro o prazo para serem introduzidas alterações no regulamento desportivo do Mundial de F. 1 deste ano.
Para já esta reunião saldou-se por uma marcação de território de parte a parte, tendo sido dado um prazo de quatro semanas às equipas para formularem as suas próprias propostas para se conseguir uma redução de custos eficaz com medidas de policiamento fácil, para se passar, depois, à discussão dessas propostas com a intenção de conseguir um acordo global que vigore já no Mundial de 2009.









