Ao contrário dos vizinhos checos, que ainda agora lançaram uma ‘candidatura’ à F1, os búlgaros renunciaram entretanto ao projecto de organizarem um Grande Prémio num futuro próximo.
As autoridades da região de Pleven chegaram à conclusão que os custos que esse projecto implicavam estavam muito para além das suas possibilidades actuais, optando por abandonar a ideia.
Na verdade face aos investimentos feitos pelos árabes só dificilmente poderemos ter novos Grandes Prémios na Europa enquanto Ecclestone gerir a F1.









