Segundo a edição de hoje, este acordo terá o condão de libertar a Renault de todos os custos envolvidos na manutenção da equipa, mas poupando a F1 de mais um abandono por parte de um construtor. Assim, Richards, Bernie Ecclestone e a Renault estarão a trabalhar num acordo que permita manter o nome Renault e as infra-estruturas da equipa actual.
O The Times refere, ainda, que a Renault poderá manter uma pequena quota na equipa, contornando assim a impossibilidade da Renault não poder sair da modalidade até 2012.
Entretanto, e de acordo com o autosport.com, a Prodrive poderá não ser a única interessada na equipa Renault, já que deverão existir outras propostas, sendo a principal aquela feita por Gerard Lopez e Eric Lux, cuja oferta está a ser apoiada pela Genii Capital, empresa que já investiu no Museu Charlie Chaplin na Suiça ou na empresa de gestão da carreira de pilotos Gravity Sports Management (GSM). Tal como Richards, os planos de Lopez passam também por manter o nome Renault por mais dois anos, ao mesmo tempo que passará o programa de jovens pilotos da Renault (Renault Driver Development) para a sua empresa de gestão desportiva de carreiras, a GSM.
Estas hipóteses terão estado em discussão ontem, em Paris, onde os altos quadros da equipa se reuniram, pese embora pouco tenha sido revelado quanto ao futuro da equipa. Ainda que nenhuma decisão tenha sido tomada, diversos orgaos de comunicação adiantam que a escolha do futuro comprador deverá ser feita muito em breve.
A manutenção do nome Renault, para qualquer um dos eventuais compradores, terá o condão de facilitar a atracção de novos patrocinadores.
Em declarações ao The Times, Ecclestone revela mesmo que está a trabaçlhar na continuidade da Renault na F1: “Temos de resolver toda esta questão da Renault. Estamos a tratar disso agora. Estou confiante de que teremos a Renault no próximo ano na F1 sob o nome Renault e no ano seguinte e no ano seguinte a esse”.








