“O Ron [Dennis] e a equipa têm todos os troféus no seu expositor e os pilotos ficam com réplicas. Noutras equipas, o piloto fica com os seus troféus originais. Enquanto piloto, há duas coisas por que trabalhamos e que queremos levar para casa [depois das corridas]: uma é o capacete e outra é o troféu. Para mim, não têm preço”, referiu Hamilton à imprensa britânica.
“Não me importo que não me deem o carro [como recordação], mas é por aqueles dois objetos que nos esforçamos e a equipa fica com eles, neste momento. Por isso, qualquer que seja o contrato que vou ter a seguir, esse vai ser um ponto importante”, acrescentou.
Ainda a este respeito, a questão dos troféus na McLaren já teve um episódio caricato no passado. Em 1989, Alain Prost, então ainda a lutar pelo título com Ayrton Senna, mas já com um pé na Ferrari, venceu o GP de Itália em Monza, mas na cerimónia do pódio, deu o troféu de vencedor ao público, perante o olhar incrédulo de Ron Dennis, também no pódio.









