Ainda que nenhum detalhe tenha transpirado para fora da sala de reuniões, foi emitida uma declaração em conjunto pela Federação e pela Associação de Equipas na qual era possível ler que foi salvaguardado o carácter de “pináculo do desporto automóvel, reforçando o seu apelo”.
Ainda no rescaldo do encontro entre Max Mosley e os responsáveis das equipas, a declaração menciona que “no que diz respeito à Fórmula 1 esta foi a reunião mais proveitosa de que qualquer participante se consegue lembrar”.
Entre as medidas acordadas deverão estar a limitação do número de testes privados, do uso dos túneis de vento das equipas e do desenvolvimento aerodinâmico. Também na mesa deverá ter estado a possibilidade de uso de mais peças standard e de motores, com os construtores a terem garantido a hipótese de continuarem a competir com os seus próprios motores mesmo que os motores únicos sejam introduzidos.
Na mesma missiva, a opinião dos dois principais responsáveis era unânime em considerar a reunião um sucesso. “Estou muito contente com o resultado desta reunião”, disse Mosley, ao passo que Luca di Montezemolo, presidente da FOTA, garantiu que a “unidade das equipas foi fundamental para ir ao encontro dos objectivos para a nova Fórmula 1, mas com o mesmo DNA, como foi pedido pela FIA”.
As medidas acordadas irão agora ao Conselho Mundial da FIA, que se irá realizar amanhã, só depois sendo reveladas ao público.









