A placa de titânio que a FIA quer introduzir no fundo nos monolugares de Fórmula 1 do próximo ano não é apenas para criar faíscas, como também por motivos de segurança. A entidade federativa lembra que além de ‘reviver’ as faíscas espectaculares dos anos 1980, existem várias vantagens de segurança no titânio face ao metal atualmente usado.
A solução, testada em alguns monolugares na Áustria, é, segundo Charlie Whiting para “assegurar que são feitas de um material mais leve e estão melhor contidas. Este metal é extremamente pesado e quando as peças se desencaixam pode ser muito prejudicial. Vimos dois furos em Spa por causa de partes deste metal que ficaram no limitador e causaram danos”.
O responsável destacou ainda o desgaste mais acentuado do titânio, o que obrigará os monolugares a “rodarem um pouco mais alto para gerirem o desgaste, e as equipas não poderão arrastá-lo tanto no chão como no passado”, disse. Por fim, Whiting admitiu que haverá muitas faíscas, acreditando que isso “irá parecer um pouco mais espectacular”.








