Kubica foi o principal responsável por essa alteração positiva, com a sua capacidade de trabalho a espantar os homens de Enstone.
Sem carro para ganhar, a forma como andou perto dos Red Bull no Mónaco deixou expresso o seu enorme talento, mas o polaco também agrada porque nunca está satisfeito com o seu desempenho, desvaloriza os seus feitos e não se leva demasiado a sério. Por outro lado, exige o máximo de quem está à sua volta e isso num ano em que a Renault cometeu diversos erros estratégicos fez com que alguns engenheiros ficassem com as orelhas a arder no final das corridas!
Só em Spa-Francorchamps, quando estava mesmo a fazer mais do que o R30 permitia, é que cometeu dois pequenos erros que lhe custaram um lugar no pódio, mas a sua temporada foi muito positiva.








