Depois de em 2014 ter sido o melhor não protótipo do campeonato, levando a sua Mitsubishi L200 ao quarto lugar, José Mendes foi ‘à garagem’ para fazer regressar à competição um carro construído por si e “que estava parado há cinco anos”.
Apresentando-se a disputar o T8 na Daja TT Cidade Europeia da Cultura – Loulé, terceira prova do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno, no passado fim de semana com “um Opel Astra agora com um motor Audi V8, de 4.2l, chassis tubular e fibra de carbono”.
Em Loulé o piloto fez a sua primeira prova do ano “depois de seis meses parado, foi chegar aqui e andar. Noto falta de ritmo”. Apesar disso, e como ‘quem sabe não esquece’, enquanto esteve em prova liderou, vencendo o Prólogo e o SS1. Porém, José Mendes acabou por abandonar devido “à folga de um dos cubos do travão que estava a gastar as pastilhas de trás fazendo-me ficar sem travões. Aqui não conseguimos solucionar os problemas por isso optei por abandonar, não vou continuar assim porque só tenho travões à frente. Mas fora isso, o carro está fantástico”, finalizou.








