Depois de pôr um ponto final na sua carreira nos ralis e ter sido anunciado a sua participação no próximo Dakar, Mikko Hirvonen teve outra nova experiência na sua carreira, ao sentar-se no cockpit de um Fórmula 1, no caso, de um Williams.
Para o finlandês esta “foi uma experiência realmente boa, soube a pouco e deixou-me com vontade para mais. A sensação é incrível, e muito fácil de controlar, apesar de ter feito apenas 10 voltas e não ter sido capaz de extrair o melhor do monolugar. Suponho que é como um carro de ralis, apenas quando o leva ao limite é que começas a sentir os beneficios da carga aerodinâmica e dos travões. É quando estamos num mundo totalmente diferente. Faltou-me um pouco para chegar lá”, explicou.
Em comparação com o ‘seu’ mundo, Hirvonen entende que “é muito diferente de um carro de WRC. Para começar sentamo-nos muito baixos (…) e depois há o motor, mesmo em sétima velocidade nunca para de acelerar. Fisicamente é muito mais duro que um carro de WRC, sentimos muito mais as forças-G no nosso pescoço”, frisou.
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