Bruno Magalhães e Paulo Grave ainda não sabem se vão poder estar à partida da 2ª Etapa da prova açoriana, utilizando as regras do “Super Rali”, já que, essa hipótese só poderá ser confirmada, após a reunião do Colégio de Comissários Desportivos, que se vai pronunciar sobre um problema no primeiro reagrupamento, em que a dupla da Peugeot, por lapso, entrou antecipadamente no controle.
Abandono quando era líder
Após ter dominado de forma clara a primeira parte do Sata Rallye Açores, onde Bruno Magalhães demonstrou o grande potencial do Peugeot 207 S2000, ganhando quatro das cinco especiais, a equipa Peugeot abandonou a primeira etapa devido a um problema eléctrico, na ligação para a sexta prova especial, a segunda passagem Pico da Pedra.
Conduzindo de uma forma espectacular, Bruno Magalhães estava a conseguir destacar-se dos seus mais directos rivais. O Peugeot 207 S2000 tinha já uma considerável vantagem na liderança da prova, com 39,6s para o Mitsubishi de Fernando Peres e 53 segundos para o Fiat de José Pedro Fontes.
Na segunda passagem pelos três troços, tudo correu muito melhor, conforme tinha explicado o piloto da Peugeot, ainda antes do início do rali: “os pisos estavam muito escorregadios de manhã devido à muita gravilha, mas da parte da tarde já foi diferente e isso foi bem visível pelos tempos que fui fazendo até abandonar. Estou triste por não ter completado a etapa, porque me estava a dar um enorme gozo guiar o 207 Super 2000 no último rali em piso de terra nesta temporada.”









