Pedro Leal não teve qualquer tipo de cerimónia para se sentar na “cadeira do poder” da “Taça Diesel”, mesmo se foi obrigado a rodar sempre em último (depois do Colégio de Comissários Desportivos ter alterado a sua ordem de partida pelo facto do Fiat Stilo Multijet ter apenas uma ficha de homologação nacional e não FIA) e mesmo se acabou por ser o único piloto a atingir o derradeiro controlo do rali.
Mas, a verdade é que mesmo quando todos os outros adversários se mantiveram em prova, o seu domínio nunca foi posto em causa, como facilmente comprovam o pleno de triunfos assegurado nas 16 classificativas do rali. Para o piloto, «o Stilo não deu qualquer problema e estava pronto para reiniciar outro rali já a seguir. Provamos que não merecíamos que nos pusessem a rodar num rali completamente à parte e o sexto lugar conquistado à geral foi a melhor resposta à situação de “isolamento” a que fomos sujeitos».
Quanto aos outros adversários, desta feita Francisco Barros Leite não chegou a estar tão perto do Stilo como noutras ocasiões e quando tinha o segundo lugar mais do que solidificado, o Seat Ibiza Cupra TDI desencontrou-se com os limites da estrada e colocou um ponto final numa prova, onde o piloto até já tinha “esquecido” Leal e se preocupava com a luta pelos pontos do Grupo A com Carlos Costa.
Fora de prova também ficaram os dois Skoda Fabia TDI inscritos. Mas enquanto Nuno Silva abandonou com problemas mecânicos (regressando depois ao abrigo do “super rally”), Maria João Eleutério terminou fora de estrada no início da segunda etapa.







