De acordo com Roger Kalmanovitz, responsável pelas Relações Exteriores da ASO, a hora é de ponderação, não havendo para já quaisquer decisões tomadas:
“É lógico que nos temos debruçado sobre o dossier Dakar 2010, e podemos imaginar que a prova poderá regressar a países por onde já se disputou no passado, como por exemplo a Líbia e a Tunísia, mas a verdade é que o regresso ao Dakar dos últimos anos é inimaginável, já que os pressupostos que levaram à anulação da prova do ano passado se mantêm”, referiu Kalmanovitz à France Presse.
Outra das hipóteses será manter a prova na América do Sul, por mais um ano, mas depois de tudo o que a ASO tem passado naquele continente, não nos admirávamos que os decisores pretendam “fugir” da América do Sul o mais rapidamente possível. De qualquer forma, colocaram na estrada uma prova que em termos de beleza e dureza nada ficou a dever ao Dakar “africano”. Um caso a seguir nos próximos tempos.












