A Comissão de Todo-o-Terreno reuniu no início desta semana tendo ficado decidido que o calendário do CPTT irá mesmo ter oito provas, sendo que somente seis contarão para efeitos de pontuação.
Paralelamente foram igualmente discutidas outras propostas, que carecem ainda de chancela superior da FPAK. Assim, caso seja aceite, as super-especiais passarão a deixar de poder ser reconhecidas, quer a pé ou de moto, sendo o seu percurso secreto.
Contudo, ao invés de se realizar apenas uma vez, os pilotos passarão a percorrer o traçado por duas vezes, sendo que o tempo que irá contar para efeito de ordem de partida será o somatório de ambas as passagens, com os tempos a contarem já para a classificação total da prova.
A segunda proposta é bem mais complexa e caso seja aceite marcará um regresso ao passado, já que as provas podem passar a ser disputadas em linha, com o relógio sempre a contar, sendo que os pilotos poderão parar, ou não, na assistência.
Os concorrentes poderão optar por gerir a sua corrida de forma a não haver necessidade de parar na assistência, pois o relógio nunca irá parar e se neste caso se ganha no evitar tempos mortos, entre passagens nos sectores selectivos, mas por outro lado não será tão fácil a existência de pilotos que façam das provas autênticos ralis sprint.
De qualquer modo, tudo isto são sugestões, que podem agora ser ou não aceites por quem tem poderes para isso, ou seja a FPAK, que de qualquer modo está também envolvida no processo, nesta sua fase de procura das melhores soluções para a competição.











