E isso aconteceu agora: “Estamos a trabalhar no projeto do Peugeot R4T, baseado nos regulamentos técnicos que recebemos da FIA, o qual estará pronto em 2013. Queremos homologar o carro a 1 de janeiro de 2013 para que esteja pronto para competir em 2013 e tenha uma grande atividade comercial em 2014”, referiu Bertrand.
Inquirido se será com motor 1.6 turbo de injeção direta, o responsável admitiu que “terá de ser com motor 1.6 turbo. Neste momento, estamos a trabalhar em diversas direções para perceber o que é melhor para nós. Certo é que queremos reduzir os gastos para os nossos clientes, tornando os custos de utilização mais práticos e mais acessíveis do que os atuais Super 2000. Neste momento, o primeiro objetivo é determinar a base técnica”.
Instado a comentar quais os elementos mais importantes dos regulamentos R4T, o mesmo responsável responde que “neste momento, o mais importante para nós é determinar a especificação do motor e da caixa de velocidades e colocar em ordem tudo em relação ao chassis e diferencial, sempre tendo em conta um bom compromisso entre custo e performance. Gostaríamos de ter um carro um pouco mais eficaz do que os atuais S2000 mas, por outro lado, não o colocar a preços tão elevados. O objetivo é tê-lo a um custo máximo de 150-180 mil euros, no máximo”.
“O objetivo é manter o máximo de partes em comum entre os dois carros [Citroën e Peugeot]. A intenção de ter a mesma base prende-se com a redução do custo de desenvolvimento e para ser mais rápido nessa fase. Por isso, o objetivo é ter muitas peças em comum, incluindo o motor”, afiançou ainda.
Martin Holmes








