Neste momento, a grande discussão na Argentina passa pela falta de pilotos argentinos de alto nível. A causa é simples, e passa por um conflito de interesses entre os homens do WRC e os promotores do campeonato nacional argentino e a sua fórmula Maxi Rally.
Em claro contraste com o passado onde chegou a haver quase cem pilotos argentinos na sua prova, hoje em dia, tal como em Portugal, são cerca de uma dezena. No topo dos pilotos argentinos está Marcos Ligato, que compete na WRC2 e Gabriele Pozzo, que se inscreveu tardiamente, chegando a estar previsto que corresse com um MINI WRC, mas depois mudou para um Ford Fiesta WRC.
A verdade é que um Rali da Argentina sem argentinos é algo quase impensável tal a emoção com os que os pilotos das Pampas vivem os ralis. Como tudo se explica? Em primeiro lugar, o sucesso da nova fórmula Maxi Rally. Esta nova fórmula atraiu a maior parte dos pilotos argentinos de nomeada e como este ano a FIA impediu novamente que os seus carros se inscrevessem, pelo que a maior parte dos pilotos top optou por correr no evento paralelo ao Rali da Argentina.
Depois, a prova do Mundial volta a não contar este ano para o campeonato nacional de ralis argentino, uma competição sui generis, que só tem ainda quatro provas calendarizadas das dez que perfazem a competição. Logo se verá quais são as outras…










