A prova foi apresentada esta quarta-feira no Estádio do Dragão, numa cerimónia onde estiveram Ni Amorim e os outros responsáveis da empresa GNI Events, Michèle Mouton e Fredrik Johnsson, em representação da International Media Productions, e os administradores do FC Porto, Angelino Ferreira e Eduardo Valente, respectivamente da Porto Comercial e da Porto Estádio. A articulação destas três entidades – GNI Events, I.M.P. e FC Porto – permitiu concretizar um projecto que Ni Amorim começou a preparar em Março deste ano.
Apesar de ainda não estarem definidos quais os pilotos e os quatro tipos de carros que serão utilizados, foi confirmado que o evento se vai desdobrar em quatro provas: “Race of Champions Portugal”, onde, obviamente, estarão em accção os melhores pilotos nacionais, “Race of Champions South Europe”, com pilotos em representação de quatro países do Sul da Europa (Portugal, Espanha, Itália e outro país a definir), “Race of Champions Iberia”, uma forma de atrair também o público espanhol, e a “Race of Champions Legends”, onde provavelmente estarão presentes vários ex-campeões mundiais de ralis e velocidade, assim como carros que fizeram história nos ralis, como o Audi S1 (com que Mouton venceu o Rali de Portugal em 1982) e outros Grupo B.
O país vencedor da “Race of Champions South Europe” ficará apurado para a Final da competição, que voltará a ser disputada em Dezembro, no Estádio de Wembley. Aliás, o evento do Dragão é uma competição complementar à de Wembley. Segundo explicou Fredik Johnsson, “decidimos avançar com esta ideia de “eliminatórias regionais” porque a Race of Champions tem gerado imensos pedidos de participação de vários países, e só temos meios de acomodar oito ou, no máximo, nove nações em cada evento”. Já Michèle Mouton mostrou-se “muito feliz por regressar a Portugal”, revelando depois que “foi por conhecer o entusiasmo do público português que acreditei no sucesso desta ideia”.
Ni Amorim, por outro lado, destacou ” a dura “batalha” com o FC Porto para aceitarem receber este evento, mas só tenho de agradecer às pessoas do clube que lidaram connosco no processo e tenho a certeza que será uma colaboração de sucesso. O ideal seria estender o evento a quatro anos, mas obviamente que a viabilidade do mesmo será estudada ano após ano”.
Ricardo S. Araújo











