Mesmo falhando o pleno de vitórias na temporada, a equipa Peugeot Total garantiu, em todo o caso, a conquista dos três principais títulos em disputa no Campeonato de Portugal de Ralis deste ano. Depois de Bruno Magalhães antecipar o Bicampeonato de Pilotos logo no Rali Centro de Portugal e a Peugeot revalidar o título de Marcas no último Rali de Mortágua, o ciclo fechou-se no Algarve com a confirmação do Campeonato Absoluto de Navegadores para Carlos Magalhães, após emotivo (e quase dramático) duelo com António Costa nesta última e decisiva prova.
“Foi mesmo até ao fim, mas lá diz o ditado que até ao lavar dos cestos é vindima”, afirmou o experiente co-piloto de Felgueiras na hora de festejar o terceiro título Absoluto da sua já longa carreira na disciplina, após os sucessos de 1992 (com Joaquim Santos) e 2002 (ao lado de Miguel Campos). “Se foi o mais saboroso? Sei apenas que foi o mais discutido”, sublinhou, por certo aludindo ao facto de apenas se ter juntado a Bruno Magalhães a partir do SATA Rali Açores – substituindo o castigado Mário Castro -, num ano em que também pontuou com Bernardo Sousa no inaugural Rali Torrié e navegou Paulo Meireles no Vodafone Rali de Portugal.
De qualquer forma, e mesmo não conseguindo anular os cinco pontos de desvantagem que trazia para o líder desta tabela, António Costa teve, pelo menos, como prémio de consolação o título de Navegadores no Agrupamento











