Na Suécia, primeira prova do Mundial, haverá na Citroen Racing um novo ‘modus operandis’ em relação à sua habitual política de carros oficiais/privados. Os clientes não comprarão os novos DS3 WRC, mas alugá-los-ão rali a rali. Isso não significa que não sejam os mesmos pilotos a guiar as mesmas unidades durante todo o ano, significa sim que em vez de estarem integrados numa Citroen Júnior Team passam a ter que ter a sua própria estrutura.
De acordo com as regras da FIA, os DS3 versão ‘cliente’ terão, em 2011, as mesmas especificações técnicas dos Citroen de fábrica, mas a partir de 2012, o ‘velho’ sistema dos ‘M1’ e ‘M2’ (onde as equipas privadas não podem ter as últimas evoluções) entra novamente em cena e começa a cavar-se o natural fosso entre oficiais e privados.
Mas, está também definido que o papel da Citroen Racing é prestar serviço e apoio aos seus três clientes – Petter Solberg, Kimi Raikkonen e Peter van Merksteijn e que estes têm autonomia suficiente para traçar a sua estratégia nas provas. Sobre este ponto e em especial sobre Solberg, Olivier Quesnel, o patrão da Citroen Racing, refere não existirem margem para dúvidas:
“O Petter pagou um carro a preço inteiro pelo que não lhe podemos pedir nada. Além disso também acredito que não seja preciso porque acho que os dois Sebastien são mais rápidos que o Petter”. Quanto a Raikkonen e Merksteijn, no primeiro caso, “a questão também não se porá porque este ano ele deverá terminar ralis em quarto ou quinto” tal como acontece no caso do holandês que “está apenas nos ralis para se divertir”.











