“Desde o início que lutei para conseguir uma boa marca, mas acabei por entrar numa das curvas a travar demasiado e perdi a frente da moto. Durante toda a sessão trabalhámos para desenvolvê-la, tínhamos tudo muito bem e os resultados dependiam mais da minha pilotagem do que da configuração da moto”, começou por explicar o piloto luso.
“O circuito agrada-me mas talvez ainda não tenha encontrado a melhor trajetória, e isso unido à queda fez-me perder muito tempo da sessão e consequentemente um bom resultado. Não estou contente pela posição mas agora há que concentrar-me na corrida, na qual temos demonstrado bom andamento”, acrescentou Miguel Oliveira.
Também Pedro Machado, team manager da equipa Andalucia Banca Civica, se mostrou confiante na prestação do piloto luso para a corrida no circuito de Le Mans: “Devido à queda do Miguel no início da qualificação, acabámos por perder a maior parte do tempo a reparar a moto, pelo que pôde rodar poucas voltas e não conseguimos uma boa posição. Esperamos que, como aconteceu em Portugal, a situação mude radicalmente na corrida mas que desta vez seja para melhor, porque seria bom demonstrarmos que somos capazes de estar entre os melhores”.











