As equipas realizaram testes de pneus antes do Rali da Argentina, antevendo uma situação já antes vivida em Chipre e na Nova Zelândia, mas com uma diferença bem grande, pois com o tempo seco e quente, o aquecimento dos pneus foi um desafio.
A alteração, a meio da época, dos pneus Michelin de terra acabou também por conduzir, por exemplo a diversas alterações no Ford Fiesta WRC ao nível do setup das suspensões (geometria, molas e amortecedores) uma vez que, originalmente, o carro foi preparado para correr com os velhos pneus Pirelli, muito mais duros.
Contudo, as alterações a este nível não foram radicais. A este propósito, fonte da Ford revelou-nos que “tentámos perceber quais as necessidades para acertarmos os set up de acordo com as necessidades. Honestamente, não se pode fazer muito mais e os pilotos ficaram contentes com o resultado.”, referiu. É claro, que agora, depois da prova os dados em posse das equipas são muito diferentes, mas isto também server para perceber que os carros estão desenvolvidos a um nível que qualquer pequena alteração nos pisos e nas temperaturas.são suficientes para que os técnicos tenham grandes dores de cabeça na procura das soluções ideais.
Martin Holmes












