Filipe e Maria Carvalho são uma simpática dupla, pai e filha, que este ano trocaram o Agrupamento T8 pelo T2. Na prova de estreia na categoria ‘acima’, conquistaram o segundo lugar, correspondente ao sétimo posto da geral na Baja TT Rota do Douro, prova que marcou a abertura do Campeonato Nacional de Todo o Terreno:
“Para a época de 2015 traçámos como objetivos fazer pódios em todas as provas. Começamos da melhor forma possível. Rodámos sempre a um ritmo calculado para conseguir cruzar a meta porque nos últimos 60 km da segunda especial por avaria do Terratrip, falhámos uma nota e batemos com muita força numa vala, rebentando de imediato o pneu dianteiro direito, danificando seriamente a direção e transmissão, condicionado assim o nosso rendimento final. Mesmo assim conseguimos alcançar o objectivo” começou por dizer Filipe Carvalho, que faz um balanço positivo desta segunda edição da Baja TT Rota do Douro: “O modelo está mais perfeito, sendo que tendo muito bom piso rolante contrasta com piso muito duro, desgastante e ‘ardiloso’. Os troços de ligação imprimem algum desgaste pela sua distância e contêm algumas imprecisões. Já o prólogo mostrou ter um potencial para ser uma boa zona de espectáculo.” Em resumo, “foi uma prova desafiante” concluiu Filipe Carvalho.
O AutoSport falou também com a navegadora, a sua filha, Maria carvalho, e foi tentar saber o que é, afinal, correr ao lado do pai: “Tudo começou como uma brincadeira, que se tornou interessante. Para o meu pai isto era um sonho, poder vir partilhar isto com ele, mas confesso que é um bocado stressante. Por vezes tenho medo de não estar à altura, mas a verdade é que estar aqui com o meu pai faz-me sentir ainda mais especial…”, disse.










