Depois do segundo lugar na qualificação em Austin, Miguel Oliveira voltou a cair na segunda corrida do Mundial de Moto3, saindo do Texas com zero pontos, tal como tinha acontecido na abertura no Qatar. Apesar de ter conseguido a volta mais rápida da corrida, o piloto português da Red Bull KTM Ajo caiu a oito voltas do final e justificou nova queda com problemas de chattering (vibração) na sua moto:
“Consegui fazer um bom arranque mas era difícil acompanhar os adversários. Posteriormente, o problema de chattering foi-se intensificando e retirou-me a confiança em cima da moto. Reduzi o ritmo um pouco e quando voltei a ganhar confiança regressei ao grupo. E quando faltavam oito voltas para terminar entrei na zona rápida mas um movimento inesperado da traseira fez-me perder aderência na frente e não consegui segurar a moto. Saio deste GP a pensar na Argentina e com a esperança de que a KTM nos ajude a encurtar a diferença para as Honda. Mantenho total confiança na minha equipa e acredito realmente que podemos fazer um bom resultado nas próximas corridas. Do meu lado, preciso de continuar a lutar como hoje e a trabalhar em todas as corridas. Seguramente que o meu momento vai chegar, apenas temos que continuar assim e melhorar do ponto de vista técnico. Tenho a certeza que lá chegaremos”, concluiu Miguel Oliveira, que deixa assim para trás a queda de Austin quando estava a discutir o pódio e pensa já nos mais de 4.800 metros de perímetro do circuito argentino onde estará pela segunda vez. Um circuito com uma reta mais extensa com mais de mil metros e onde existem nove curvas para a direita e cinco para a esquerda.









