Tendo em conta a forma como decorreu este Rali da Argentina, a Power Stage não podia ser diferente, ainda mais sendo o complicado troço de El Condor, especialmente na sua fase inicial em que as pedras estão ‘logo ali’ à mão – no caso às rodas – de semear. Andreas Mikkelsen e Thierry Neuville – que recorde-se já tinham percorrido esta especial na parte da manhã, alargaram um pouco as respectivas trajetórias e – a papel químico – bateram na mesma pedra e destruíram a suspensão traseira dos seus carros, abandonando o rali.
Sébastien Ogier venceu a Power Stage, mas o destaque vai todo para Kris Meeke que conseguiu levar incólume o DS3 WRC até ao final do rali, com a Citroen a regressar aos triunfos, depois do triunfo de Dani Sordo em 2013, na Alemanha e o piloto britânico a vencer pela primeira na sua carreira, 13 anos depois de Colin McRae ter vencido o Safari de 2002. No final, visivelmente emocionado, aos microfones da WRC TV, Meeke, a chorar, fez uma justa dedicatório; “Esta é para ti Colin…”. Elfyn Evans foi terceiro e assegurou o primeiro pódio da sua carreira no WRC.







