Segundo uma informação avançada pelo Autosport.com, a Federação Internacional do Automóvel (FIA) enviou um contrato de cinco páginas para todos as provas que constam do calendário de 2013, exigindo que o mesmo seja devolvido assinado até dia 8 de junho sob risco de a sua prova ser anulada. Contudo, a exigência para pagamento suplementar de €100 000 não agrada aos organizadores dos eventos, com o Autosport.com a citar uma fonte organizativa (que não quis ser identificada) de uma das provas atuais.
“Estamos zangados com isto. Não está bem. É preciso não esquecer que não é apenas o dinheiro que temos de pagar. No ano passado, com a North One Sport, tínhamos a cronometragem e o tracking de graça, cedíamos os direitos para televisão e recebíamos €25 000 da NOS. Assim, na verdade, temos de encontrar €125 000. E isto além dos €140 000 que temos de pagar para constar no calendário. De repente, é mais de um quarto de milhão de euros por ronda. É uma inversão completa do que tínhamos no ano passado”, é citada essa fonte, acrescentando que não vão assinar aquele acordo e que querem discutir o assunto com a FIA.
“Penso que se eles [a FIA] esperam que todos assinem e fiquem satisfeitos estão muito enganados”, concluiu.
Da parte da entidade federativa, o presidente da Comissão para o WRC, Jarmo Hahonen, destacou que a perda da NOS obrigou à instauração daquela taxa suplementar: “Com a atual ausência de um promotor, o campeonato precisa de investimento dos construtores, organizadores e da FIA. É também necessário para cobrir os custos de cronometragem, acompanhamento e produção de televisão”, é citado no mesmo site.










