Ao mesmo tempo, a Comissão também decretou um máximo de quatro motos – duas oficiais e duas independentes – por cada construtor. Ainda do lado desportivo, a penalização por exceder o número de motores por temporada já existente no MotoGP passa também para a categoria Moto3. Segundo esta, um piloto que tenha utilizado mais do que o número de motores permitidos por ano, parte para a corrida da via das boxes, mas dez segundos após a luz verde.











