“A marca não estará representada na corrida sul-americana nem a nível oficial nem com equipas apoiadas directamente pela KTM”, afirmou Heinz Kinigadner, conselheiro desportivo da KTM, numa declaração.
“Temos todo o material para as 690 Rally na nossa fábrica bem como para cerca de 50 motos cliente prontas para serem construídas em Junho. Os contratos dos pilotos estavam concluídos e todos os membros das equipas contratados. As consequências financeiras desta decisão são enormes”, continuou Kinigardner, que se confessou chocado “com a falta de lealdade dos organizadores”.
“Estamos chocados com a falta de lealdade dos organizadores, acima de tudo por causa dos grande esforços que fizemos após o cancelamento do Dakar em 2008, ao contribuirmos para uma nova edição – mesmo durante um período de extrema crise económica”, concluiu.
Por seu turno, o director desportivo da KTM, Winfried Kerschhaggl, garantiu que a marca continuará activa nas competições desportivas: “Não há dúvidas que continuaremos no desporto! Assim, para a KTM, o rali na América do Sul faz parte da história. Vamo-nos concentrar no Campeonato do Mundo de Rally e procurar alternativas”, afirmou, deixando ainda o repto para um regresso a Africa.
“Talvez em breve possamos ver um compromisso total da KTM em solo africano – o regresso às origens!”, concluiu.
Recorde-se que a ASO, entidade organizadora do Dakar, anunciou recentemente que todas as motos terão como máximo 450cc, com a KTM a optar por se retirar de imediato.











