Regressado no GP de Portugal, o piloto da Ducati revelou uma condição física bastante positiva, não registando quaisquer problemas ao longo de toda a corrida no traçado luso, algo que deixou Stoner muito satisfeito.
“Conseguir fazer um tempo de 1.37s baixo na última volta é uma grande sensação que já não tínhamos há muito tempo. Quando pensamos nisso, tivemos aquele problema durante muito mais tempo do que pensávamos. Só que apenas se manifestou numa corrida quente como a da Catalunha, e a partir daí estivemos sempre em dificuldades”, afirmou o piloto.
“É muito bom resolver isso e regressar com um novo entusiasmo pela competição. Estive a treinar antes do Estoril, e tive alguns problemas como naquelas cinco corridas. Treinámos depois do Estoril e senti-me a cem por cento, sem problemas. Por isso, sinto que estaremos em melhor forma do que em Portugal e, espero estar ainda melhor quando chegarmos a Valência. A cada fim-de-semana vou ficar mais forte até ao ponto em que já não tenha qualquer problema”, acrescentou, enaltecendo que compreender o problema foi fundamental para o debelar e impedir que se repita.
“Depois de descobrir o que era, penso que uma coisa estranha como esta não nos voltará a acontecer – e se acontecer, seremos mais rápidos a responder”, observou.
Sobre a temporada que agora se aproxima do fim, Stoner lamenta que o seu problema de saúde o tenha impedido de demonstrar o real valor da Ducati, a qual acredita ser melhor do que as Yamaha que têm dominado a época pelas mãos de Valentino Rossi e Jorge Lorenzo: “Naquelas cinco corridas em que tive dificuldades, a moto estava a funcionar muito bem. Estava num nível muito alto e fui eu que deixei toda a gente mal”, disse, mostrando-se satisfeito por “regressar e saber que podemos vencer as próximas três corridas”.












