Terminou mais um Dakar, que não correu bem às cores portuguesas. Paulo Gonçalves abandonou na 5ª etapa num incidente que todo o mundo viu, Carlos Sousa fez um brilharete a abrir e desistiu logo a seguir, Ruben Faria apanhou um susto, fruto duma queda onde bateu com a cabeça, e Francisco Pita também ficou cedo pelo caminho. Já Victor Oliveira desistiu perto do fim com o motor da sua moto partido.
Em prova permaneceram Hélder Rodrigues, Pedro Oliveira, Pedro Bianchi Prata, Mário Patrão (nas motos) e Paulo Fiúza, Filipe Palmeiro (autos) e Pedro Velosa (navegador de Udo Kühn com Philipp Retting, que desistiram já perto do fim) e José Martins (navegador de Michel Boucou ao lado de Bruno Bouey, que terminaram nos últimos lugares da categoria).
Hélder Rodrigues terminou a prova em quinto, depois de todos os problemas que foi tendo, Pedro Oliveira terminou-a em 24º acabando por ser o segundo melhor português. Pedro Bianchi Prata foi 29º e Mário Patrão, 30º, que caiu para esta posição devido ao incidente que sofreu com o guiador da sua moto.
Nos autos, depois de terem andado pelo segundo (na primeira semana) e terceiro (na segunda) Orlando Terranova e Paulo Fiúza terminaram em quinto, repetindo a posição do ano passado. Foi pena o atascanço já perto do fim do Dakar, pois podiam ter ficando mais à frente, provavelmente no pódio. Filipe Palmeiro ajudou o jovem polaco Martin Kaczmarski a terminar o seu primeiro Dakar e logo no top 10, na nona posição.
Ficou a certeza que Terranova e Fiúza têm condições para ir mais longe, e com a experiência acumulada é provável lutarem pelo pódio (ou mesmo algo mais) no próximo ano. Já Filipe Palmeiro deverá ter sido o navegador perfeito para Martin Kaczmarski se estrear no Dakar.












